Palestra do Me. Carlos João Figueiredo

Processo de Atenção Educativa de Educandos com NEE.

Horário

15 às 16h

Resumo

O Sistema Nacional de Educação em Moçambique tem passado por importantes transformações com o objetivo de responder a agenda 2030 de desenvolvimento sustentável, que prevê garantir uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade com oportunidades iguais de aprendizagem e prevenção de todas as formas de exclusão e marginalização.

“O processo de atenção educativa de educandos com necessidades educativas especiais na cidade de Maputo - Moçambique” Constitui uma problemática a ser resolvido pelo Sistema Nacional de Educação assim como de outras instituições do estado Moçambicano.

Para falar do processo de atenção educativa é preciso rever a pagina do passado e presente, refiro me da Independência Nacional, da Constituição da Republica, do Sistema Nacional de Educação, do Plano Estratégico de Educação, das Reformas Curriculares em curso, Memorandos de entendimento e acordos de trabalho inter institucionais, Trajetória de Formação de Professores e do Plano Nacional de Educação Inclusiva aprovado recentemente, entre outros.

A concepção pedagógica proposta, revela a participação de vários organismos e instituições governamentais que atuam com objetivos comuns traduzidos em intersetorialidade, visando gerar compromisso social e trabalho coordenado para o fortalecimento da capacidade institucional e influenciar em respostas acertadas na atenção educativa a diversidade. “Em Moçambique, precisamos reajustar o sistema educativo, fazer adequações e contextualizar as condições políticas, econômicas e sociais do país de modo a concretar e dinamizar ações multidisciplinares próprias da realidade educativa de educandos com necessidades educativas especiais.

Convidados

  • Carlos João Figueiredo

  • Doutorando em Educação Especial e Mestre em Psicologia Educacional.

Sobre o evento

A inclusão escolar de Pessoas com Deficiência é, ainda, um grande desafio. O tema é foco de inúmeras discussões na atualidade, tendo em vista a necessidade do respeito às diferenças, dos direitos iguais de acesso ao conhecimento e do ensino de qualidade. Diante deste cenário, o intercâmbio entre profissionais da educação de países que falam a língua portuguesa surge como uma oportunidade preciosa de trocas sobre o assunto.
Sem dúvida, a programação do Congresso contribuirá de forma significativa para o alcance de um melhor atendimento às pessoas com deficiência nas escolas, além de favorecer a identificação das barreiras que dificultam a aprendizagem. Ademais, o compartilhamento das melhores práticas do processo de inclusão entre representantes de diferentes países favorecerá a busca por novos caminhos e estratégias que colaborem para o avanço da educação inclusiva.